sábado, 4 de julho de 2015

Carta resposta sobre adoção de crianças por casais gays.

Um aluno de um curso superior me fez a seguinte pergunta: "Gostaria de saber sobre a adoção de crianças por casais gays, se no decorrer da vida da criança existe algum prejuízo em aspecto educacional ou social."

Bem minha resposta é a seguinte:

Caro colega, acredito que família e núcleo familiar não distingue especificamente sexo, simplesmente funções que são denominadas de cuidados com a criança em seu aspecto totalitário e individual, costuma-se dizer na Psicologia que "pai e mãe" é função.

Função refere-se a cuidados básicos, ou seja, carinho, amor, alimentação. Um casal GAY assim como o casal HÉTERO são totalmente aptos para essas funções que não são definidas por sexo, nem raça e sim por ações e amadurecimento.

Cabe nossa consciência definir o que vale mais um preconceito humano do qual refere-se a não potencia dos cuidados de uma criança por um casal gay, ou a prepotência de achar que só os héteros podem dar uma boa educação aos filhos.

Em resumo uma criança pode ser completamente saudável em seus aspectos psicológicos criada por héteros ou gays. O que difere é como essa criança será cuidada, se for com amor e em um ambiente favorável, com alimentação e cuidados básicos garanto que não haverá problemas graves, porém, cada individuo é único e o que é bom para uma família independente do conceito é o carinho, respeito e amor a ser dado a esta criança.

Aplaudo a adoção por pessoas competentes, que tiram crianças das ruas e as contemplam com uma vida digna cheia de sonhos e conquistas. Acredito que a sociedade deve ver com outros olhos a adoção e concentrar-se no bem estar da criança, e não no preconceito enraizado social que alguns insistem em levar. Dê uma chance para o amar e ser amado, querer e ser querido, sair das ruas e ter uma família para chamar de sua.

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